domingo, 21 de julho de 2013

Caso Gloria

E aos amantes da Abordagem Centrada na Pessoa, trago-lhes aqui o famoso Caso Gloria, um caso devidamente documentado onde Carl Rogers, Fritz Perls e outros profissionais entrevistam ao olhar de sua própria abordagem, uma moça de nome Gloria. Videos interessantíssimos para quem gostaria de ver o desenvolvedor de uma das mais famosas abordagens da psicologia botando em prática seus conceitos.





E para quem gosta de Gestalt-terapia, Perls também fez sua parte e aqui disponibilizo sua entrevista (Minha favorita:D:D)



quando eu estava no 4° semestre tive que fazer um trabalho sobre essas entrevistas, achei muito proveitosas e interessantes para quem gosta de Gestalt/ACP, e pra quem tiver interesse em conhecer.



See ya!!

Psicologia mediante aos protestos

Como todos sabem, a aproximadamente um mês atrás ocorreu uma onda de protestos no Brasil, acarretada pelo aumento da passagem de ônibus no país. Pela primeira vez em anos, muita gente acordou e foi pra rua protestar contra o poder abusivo do governo e, como esperado, muitos políticos ficaram de perna bamba com isso. Sendo assim, mesmo que os protestos tenham acabado, houve resultados positivos para a população, como a diminuição das passagem e a revogação da PEC 37
Encontrei na internet um artigo interessante sobre os protestos na visão da psicologia, e estarei postando aqui para darem uma olhada. 



A psicologia por trás dos protestos

Preconceito, humor, egoísmo e desinformação: especialistas avaliam e explicam algumas expressões individuais que afloraram nas recentes manifestações pelo País


A onda de manifestações iniciada com os protestos contra o aumento da tarifa de transporte público em São Paulo, ocorridos desde o início de junho, levou a uma profusão de demandas. Além dos cartazes em punho durante as passeatas, as redes sociais eclodiram com diferentes exigências, ressaltando o poder da internet e da comunicação. Por trás da mobilização que toma conta do País, mecanismos psicológicos também se manifestam. “Devido à intensidade emocional do momento, você tem uma grande ativação no sistema límbico, área relacionada às emoções, podendo despertar reações muito intensas e instintivas”, resume Jô Furlan, médico, neurocientista e treinador comportamental.A começar pelas demandas específicas demais. “Nem todas as pessoas reivindicam pelo bem comum. Isto é muito forte no ser humano: ‘é a minha bandeira e ponto final’”, diz Sueli Damergian, professora doutora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho e autora do livro “Além da Barbárie Civilizatória: o Amor e a Ética Humanista” (Casa do Psicólogo).O ‘efeito manada’, que arrasta indivíduos para agir com a massa, também favoreceu algumas reivindicações incoerentes. “Eu ouvi discursos absurdos. Por exemplo: ‘Somos contra a democracia representativa’. Mas qual é a alternativa? Se existe, nos mostre o caminho. Democracia ateniense? Não é possível resolver tudo na praça”, diz a professora Maria Aparecida Aquino, do Departamento de História da USP.
Para Jô Furlan, os protestos abriram um precedente “fantástico e perigoso”. “Manifestantes agora sentem que têm o poder de mudança e influência. Mas não dá para ir ao protesto para pedir a diminuição do valor do aluguel”, provoca.
Objetivos vagos
Em uma mobilização coletiva, a massa não pretende obter algo concreto de forma imediata, e sim expressar sua inquietação diante da conjuntura em que se encontra. “Do ponto de vista comportamental, o povo vive um descontentamento inespecífico. Não se trata de algo equivocado. Apenas representa alguma coisa sectária e apartidária, e não inclusiva”, define o psicólogo Miguel Perosa, professor da PUC-SP.
Em relação à Primavera Árabe ou aos movimentos Occupy, ocorridos em vários países, pode-se dizer que a população brasileira teve menos foco e mais espontaneidade. O humor, muitas vezes crítico, deu o tom em muitos dos cartazes exibidos -- como o que parodiou o lema da Revolução Francesa acrescentando "Vinagré" ao trinômio "Liberté, Égalité & Fraternité" (Liberdade, Igualdade e Fraternidade). Mas ainda seria mais apropriado evitar mensagens vazias.
“É vago pedir ‘mais educação, ‘mais saúde’. É um clamor, mas deveria focar nos termos. A continuidade do movimento tem que ser pontual. Se for genérico, o manifesto irá se esvair”, Miguel prossegue. Em vez de ser reticente, o manifestante deve sintonizar o “som” que quer para a sua vida: “S de sonho, O de objetivo e M de meta”, sugere Jô Furlan.
Preconceitos
Preconceitos em torno das manifestações também afloraram. “Ouvi algumas pessoas dizendo que eram contra o manifesto porque ‘era coisa de molecada’, de jovem”, diz Alice Maria Delitti, coordenadora do Centro de Análise do Comportamento e doutora pela USP, que foi às ruas e notou as dissonâncias entre o discurso e a prática.Você tem carro e iPhone. Para que vai à passeata?’, foi outra crítica que ouviu. “As pessoas acham que só podem protestar em causa própria”, afirma.
Outra frase usada com frequência pelos críticos foi “Quem não é politizado não deveria ir para as ruas”. “Mas o fato de estar na rua já é um ato político”, explica Alice Maria.
Do lado dos manifestantes, cartazes com demandas absurdas ou preconceituosas também chamaram atenção. “Vi uma foto assustadora com um cartaz dizendo que quem recebe Bolsa Família não devia ter direito ao voto. Isso é inconstitucional, uma bobagem”, justifica o filósofo Renato Janine Ribeiro.
Mas, para ele, o balanço das manifestações continua positivo. “As pessoas estão falando o que passa pela cabeça, há muitas demandas e isso é interessante”, diz Renato. “Se a gente abrir um espaço para que as pessoas sejam mais livres, será muito positivo”.
Desinformação
Se por um lado as redes sociais facilitaram a mobilização, também tornaram mais rápida a disseminação de informações não comprovadas.
“As pessoas precisam ter comprometimento ao colocar seus argumentos para um debate. A falta de conhecimento é perigosa na internet, pois a informação se torna viral rapidamente”, afirma Patrícia Teixeira, autora do livro “Caiu na Rede, e Agora?” (Editora Évora) e consultora de mídias, gestão e gerenciamento de crises nas redes sociais.
Checar a veracidade de informações antes de repassá-las também ajuda a evitar a criação de focos violentos. Para Jô Furlan, “chegar com a adrenalina lá em cima pode estragar uma manifestação que seria pacífica. Para não ocorrer o chamado ‘efeito manada’, os manifestantes precisam saber a hora de ir embora, estabelecendo um início, meio e fim. O primeiro a jogar uma pedra inicia o confronto, a polícia responde e é guerra. Perde-se a razão com a violência”.

Fonte: Midianews


See ya!!

sábado, 20 de julho de 2013

Trabalhinho

Olha eu aqui, postando de madrugada (quem diria xD). Estou sem sono esta noite, e resolvi postar um trabalhinho feito há algum tempo atrás por mim e pelo meu grupo para a matéria Neurofisiologia. Foi um trabalho chato de se fazer, até por que o assunto não me agrada muito, mas com muita paciência nós conseguimos (\o/). Esse trabalho pode servir de base para alguém que está meio perdido nessa matéria, mas atenção: Ele não está 100% perfeito, por isso que ele deve servir apenas como BASE. Caso algum espertinho faça o famoso CTRL + C  CTRL+V, só lamento pela nota baixa :D:D Plágio é a negação da própria capacidade de executar alguma tarefa. Se você não se acha competente o bastante para debater e construir nem ao menos um trabalho acadêmico, então amigo, sugiro que você abandone o curso. Claro que qualquer trabalho precisa de uma base, referências, teses para o qual consigamos nos apoiar, mas copiar idéias alheias é fim de carreira né '-'
Enfim, depois de muita falácia, coloco o link para o download do material.


Download > aqui <



É isso gente, até a próxima.


See ya!!

o Alemão é tenso!

Acabaram de me mandar esse vídeo diretamente do youtube, mostrando a pronúncia de vários idiomas. De certo que o alemão tem lá sua graciosidade, mas não podemos negar que a agressividade na fala é tensa xD
Vejam e tirem suas próprias conclusões:


See ya!!

Projeto Sexualidade (ui!)

Gente, estava zapeando pelas internetcha quando me deparei com projeto muito interessante do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP: Projeto Sexualidade ( ProSex!!) E antes que os safadinhos de plantão pensem besteiras (Não, não é inserção de profissionais do sexo na equipe multidisciplinar!!) leiam estes fragmentos retirados do site do IPq:

  " O Projeto Sexualidade (ProSex) foi criado em 1993, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPqHCFMUSP). Congrega equipe multidisciplinar, constituída por psiquiatras, psicólogos, urologistas, ginecologistas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, educadores, pós-graduandos e residentes de psiquiatria, além de estagiários da área de saúde. Destina-se à assistência, ensino, pesquisa e prevenção dos transtornos da sexualidade, bem como a serviços junto à comunidade. (...)"

(...)Criado em agosto de 2004, o Espaço Saúde Sexual é área destinada ao atendimento e orientação por telefone (0800 701 0136), por e-mail (sexperts) e presencial (orientação), a fim de promover a prevenção de transtornos da sexualidade e correlatos. É formado por equipe multidisciplinar, com atuação diária. O treinamento de alunos do Curso de Especialização é feito neste Espaço. Já foram atendidas mais de 50.000 ligações (0800) e houve mais de 3.000 usuários atendidos.

Em 2005, o ProSex realizou Campanha Educativa sobre Métodos Contraceptivos sob a coordenação da Profª Drª Carmita Helena Najjar Abdo. A campanha durou três meses, tendo orientado mais de 3.000 dúvidas pelo telefone 0800. A campanha teve como objetivo conscientizar as mulheres da importância do uso correto de métodos contraceptivos. (..)"


Achei muito interessante essa iniciativa, por que mostra que assuntos tabus, que ainda hoje a maioria das pessoas se sentem desconfortável ao falar sobre, também tem que ser alvo de estudos e pesquisas ainda no dia de hoje. Desde o século retrasado, Tio Freud já falava sobre a importância da sexualidade para a psique humana, com a teoria psicossexual. Se quiserem saber mais sobre a teoria psicossexual, joguem no google leiam o livro "Três ensaios sobre a sexualidade", do Digníssimo Sigmund Freud. 


se quiserem saber mais sobre o projeto, Acessem o site do IPq Aqui



See ya!!


Filosofia, Comunicação e Ética

Gente, voltei!! Fiquei meio (muito) ausente, mas faz parte! A partir de agora pretendo publicar fielmente pelo menos toda semana aqui no blog. Porém, como estou de férias, estou tentando pensar menos em psicologia e mais em descansar, o semestre passado foi difícil .-. Mas enfim, hoje resolvi assoprar a poeira e limpar as teias de aranha do blog, e postar uma apresentação em power point de uma matériazinha chamada Filosofia, comunicação e Ética. Confesso que a filosofia é importante para o aprendizado das bases da psicologia, mas digamos que não é a minha parte favorita x) Essa matéria eu tive no 3° semestre, ano passado, então seria até bom eu dar uma revisada, por que estou enferrujada nisso! Uma dica: Como essa aula é baseada (e não plagiada) no livro "Convite à Filosofia", de Marilena Chauí, seria interessante acompanhar a aula com o respectivo livro, afim de ter uma construção completa desse conhecimento. Afinal, a aula é apenas um resumo ^^''


Enfim, por hoje é só, espero que gostem do material, qualquer dúvida deixem comentários :D:D


Download da aula disponível >Aqui<


See ya!!