domingo, 19 de janeiro de 2014

Oie! Como vão? Faz tempo, não é mesmo... Enfim, vim aqui hoje por que algo surpreendente me chamou a atenção: Cartas Inéditas de Sigmund Freud e Martha Bernays!! São cartas cheias de amor, reflexões e com direito a assinatura de "Teu Sigmund"

Olha só que profundo:                                          

De Freud para Martha
Teatrinho de máscaras
7.8.1882
Amada pequena menina,
Os astrônomos afirmam que as estrelas que hoje vemos reluzir começaram a arder há centenas de milhares de anos e talvez hoje estejam se extinguindo. Tal é a dimensão de distância que nos separa delas, até mesmo para um raio de luz que, sem se cansar, percorre mais de 40.000 milhas em um segundo.
Sempre foi difícil para mim imaginar isso, mas agora posso fazê-lo com facilidade quando penso como você sorri diante de minhas cartas cordiais, enquanto minha alma sofre com dúvidas e preocupações, e quando penso como você se aborrece com a minha dureza e a minha desconfiança, enquanto uma medida de ternura, que luta em vão para se expressar, me preenche.
Há dois caminhos para evitar esta incongruência. O primeiro seria me abster de relatar uma atmosfera que supostamente não vai duram nem uma semana. O outro seria fazê-lo mantendo um olhar sereno, acima do teatrinho de mascares que a vida vai encenando conosco.
Desprezamos o primeiro caminho, o caminho da preservação, porque ele pode acabar levando ao estranhamento. Por isso, somos obrigados a fazer aquilo que o segundo caminho nos recomenda.
Imagine que cada duas horas dos quatro dias que se passam entre a minha pergunta e a sua resposta — não, mais 64 das 96 horas — estendessem a tal ponto por meio de pensamentos confusos a respeito de você que a pobre pessoa por fim não fosse mais capaz de distinguir esse intervalo de tempo de um mês ou de um ano.
Imagine quão vazios e, consequentemente, quão breves pareceriam os milênios durante os quais não pensamos em nada, e então você será forçada a admitir que o atraso dos acontecimentos que interessam ao astrônomo não será maior do que aquele que nós dois somos forçados a suportar por causa de seu veraneio em Wandsbeck.
O que nós, ligados de maneira tão íntima e tão insolúvel, teremos que fazer quando acontecer entre nós algo como aquilo que constituía o conteúdo de minhas últimas cartas. Se eu não estiver fisicamente exausto, vou empurrar para um segundo plano as poucas lembranças incômodas associadas aos meus esforços por você e me alegrar pensando em tudo de bom e de belo que vi em você, e em todos os sacrifícios que você fez por mim até hoje.
Você vai habituar-se a continuar amando o pobre homem, apesar de sua antipatia, de seus maus humores esporádicos e de seus julgamentos equivocados, e continuaremos a caminhar juntos alegremente. Se não me engano, hoje efetivamente você não é capaz de dedicar a mim todo o seu amor sem alguma dificuldade, e à custa de autocontrole — e eu só serei capaz de sorrir, ciente de minha vitória, quando você finalmente se tornar minha, seguindo o curso inevitável da natureza, como eu pretendia desde o começo.
Por isso alegre-se, amada Marthinha, o tempo há de chegar — se é que ainda não chegou — no qual tudo aquilo a que um dia você concedeu uma parte de sua estima se tornará uma sombra que não vai perturbá-la mas do que a mim mesmo.
Em breve, terei que retomar meu trabalho, que por meio de um hábito seguido com pontualidade primeiro se torna suportável e depois pode tornar-se estimado. Tenho diante de outros principiantes a vantagem de uma maturidade maior, e de maior consideração por parte dos superiores. Atualmente falta-me a confiança que vem de habilidades conquistadas pelo hábito constante, porém não me faltam conhecimentos teóricos nem a capacidade de observar o corpo humano como um simples objeto, sem me intimidar com as dores dos pacientes.
Durante os poucos dias nos quais me dediquei à cirurgia, realizei algumas pequenas operações com o bisturi, coloquei algumas ataduras com gesso e, por duas vezes, conduzi a anestesia de pacientes por meio de clorofórmio.
Das atividades que realizei, está última é certamente a mais desagradável, pois a morte súbita durante a anestesia por clorofórmio, esse acontecimento temido por todos e incontrolável, faz com que o médico fique em estado permanente de excitação nervosa.
No quarto que me foi designado encontra-se também um menino pobre e perdido, cuja perna precisa ser diariamente lavado com o maior cuidado antes que seja trocado seu curativo, e eu não escapo dessa atividade desagradável e de pouco sucesso.
Os próximos três meses no departamento de cirurgia certamente vão melhorar visivelmente minha habilidades e, se alguma vez eu tiver de retirar do mais lindo dos olhos um grãozinho de poeira, as dores que a querida menina terá de enfrentar nessa grande operação serão muito mais suaves.
Sorte de quem puder em breve ver estes olhos lindos reluzindo de amor! Agora infelizmente Eli está tão apaixonado por Fritz que ele também não consegue largar de Martha e esse novo amor me custa tanto sofrimento quanto o anterior.
Um consolo são agora as três irmãs iniciadas, que sempre conversam, e com as quais pode-se falar de Martha, e que me parecem melhores e mais maduras, como se entendessem como a nossa vida mudou.
Elas também contam algumas coisas com as quais se poderia provocar a Marthinha num momento alegre, por exemplo como ela nos criticou uma vez na casa dos Weiss, e eu sou obrigado a rir quando me lembro quanto ele foi castigada por isso.
Amanhã voltarei a escrever uma cartinha, o dia de hoje é tão irritante e perturbador. Vamos fazer com que passe depressa, para dar lugar a um outro, melhor.
Com cordiais saudações à única e querida menina amada,
Teu Sigmund.
De Martha para Freud
O amor encarnado
30.8.1882
10h45 da noite
As profundezas da minha alma percorre, como silenciosa prece noturna, um doce pensar em ti.
Você certamente conhece os encantadores e tristonhos Schilflieder (Cânticos dos Juncos) de Lenau, meu amado? Imagine que estou sozinha (só John está sentado à minha frente, desenhando). Os outros foram, todos, a mais um casamento, para o qual eu também tinha sido insistentemente convidada. Mas resisti bravamente e fiquei em casa.
Aquele que teria sido meu anfitrião é um senhor de boa índole, muito bem-humorado que certamente está indignado com o fato de eu ter declinado do convite. Creio que possa bem imaginar quem era, se fizer um pouco de esforço, certo, meu amado?
Pode rir-se de sua menina tão cheia de si. Eu estou contente por não ter ido e de não ter sido forçada a participar, mais uma vez, de toda aquela confusão, como no outro dia — e por poder, agora, pensar em você sem ser perturbada, e poder escrever para você, meu doce amigo.
À tarde tive a companhia de minha prima Anna, que veio me ver por estar com pena de mim, e que ficou até agora há pouco, e depois trabalhei no pequeno volume de cartas que prometi a você.
Seu doce nome está ali, assim como a data “conhecida”, para que não seja esquecida — ah!, meu amado, trata-se de uma oferenda humilde se comparada a todos os presentes preciosos que já ganhei de você, mas sei que você não faz contas comigo, e, assim que eu puder dispor de um pouquinho mais de sossego para mim mesma, você receberá um trabalho bem-feito, um verdadeiro “amor encarnado” de mim, sim, você está satisfeito com isso e conseguirá ter paciência suficiente?
Sim, agora John também já foi se deitar, agora eu estou totalmente sozinha. Faz-se um grande silêncio, a chuva murmura fora, monótona e melancólica, e dentro de casa nada se move.
Agora, meu amado — agora quero beijar você com o meu coração e sussurraria tantas coisas em seu ouvido que pareceriam tão tolas e loucas no papel — ninguém nos ouvia e ninguém nos via, e nem mesmo um esquilo curioso e envergonhado nos perturbava — , mas não quero sobrecarregar meu coração com pensamentos de como tudo poderia ser ainda mais bonito — eu amo você também de longe e me alegro como uma criança com suas doces cartinhas “pacíficas”- sim, isso também há de passar logo.
150 milhas de distância
Há seis ou oito dias que me vejo obrigada a dirigir meus cânticos de alegria ou de lamento a um “mudo” — graças aos céus só “mudo”, mas não surdo, eu quase diria, não, e tampouco a um cego, pois você é capaz de ler o que eu escrevo, e então eu tenho total “liberdade de fala”, você nem mesmo tem a chance de brigar, quando você não está satisfeito, quando eu digo algo que não lhe agrada, que maravilha!
E, se por acaso ocorrer a você duelar comigo depois, isso também não será possível, e sua boca será fechada — você já sabe com o quê.
Ah, meu amado, meu único, nós vamos continuar a nos entender bem quando não houver 150 milhas a nos separar, não é verdade? (…)

E agora o novo endereço para as suas cartas, não consigo me acostumar a fazer seu nome ceder o primeiro lugar a um título. Sob qual ou junto a qual professor você se encontra agora, meu amado? E continua no departamento de cirurgia? E você está esperando se acostumar ao trabalho aos poucos, não é, meu amado, em vez de se atirar com todas as forças, outra vez, nessa nova atividade?
Me desculpe pela intromissão, mas fico tão feliz em saber que você está recuperado e saudável! Vamos permanecer assim, enquanto pudermos.
E agora boa noite. Acho que há muito já se passou a hora dos espíritos, e vejo que estou bem cansada. E me ocorre que já não vou receber a resposta a esta carta. Terrível!
Fique bem, meu amado, fique feliz e alegre como
Sua Martha.
Mais Cartas no site Revista Bula.



See ya!!

domingo, 21 de julho de 2013

Caso Gloria

E aos amantes da Abordagem Centrada na Pessoa, trago-lhes aqui o famoso Caso Gloria, um caso devidamente documentado onde Carl Rogers, Fritz Perls e outros profissionais entrevistam ao olhar de sua própria abordagem, uma moça de nome Gloria. Videos interessantíssimos para quem gostaria de ver o desenvolvedor de uma das mais famosas abordagens da psicologia botando em prática seus conceitos.





E para quem gosta de Gestalt-terapia, Perls também fez sua parte e aqui disponibilizo sua entrevista (Minha favorita:D:D)



quando eu estava no 4° semestre tive que fazer um trabalho sobre essas entrevistas, achei muito proveitosas e interessantes para quem gosta de Gestalt/ACP, e pra quem tiver interesse em conhecer.



See ya!!

Psicologia mediante aos protestos

Como todos sabem, a aproximadamente um mês atrás ocorreu uma onda de protestos no Brasil, acarretada pelo aumento da passagem de ônibus no país. Pela primeira vez em anos, muita gente acordou e foi pra rua protestar contra o poder abusivo do governo e, como esperado, muitos políticos ficaram de perna bamba com isso. Sendo assim, mesmo que os protestos tenham acabado, houve resultados positivos para a população, como a diminuição das passagem e a revogação da PEC 37
Encontrei na internet um artigo interessante sobre os protestos na visão da psicologia, e estarei postando aqui para darem uma olhada. 



A psicologia por trás dos protestos

Preconceito, humor, egoísmo e desinformação: especialistas avaliam e explicam algumas expressões individuais que afloraram nas recentes manifestações pelo País


A onda de manifestações iniciada com os protestos contra o aumento da tarifa de transporte público em São Paulo, ocorridos desde o início de junho, levou a uma profusão de demandas. Além dos cartazes em punho durante as passeatas, as redes sociais eclodiram com diferentes exigências, ressaltando o poder da internet e da comunicação. Por trás da mobilização que toma conta do País, mecanismos psicológicos também se manifestam. “Devido à intensidade emocional do momento, você tem uma grande ativação no sistema límbico, área relacionada às emoções, podendo despertar reações muito intensas e instintivas”, resume Jô Furlan, médico, neurocientista e treinador comportamental.A começar pelas demandas específicas demais. “Nem todas as pessoas reivindicam pelo bem comum. Isto é muito forte no ser humano: ‘é a minha bandeira e ponto final’”, diz Sueli Damergian, professora doutora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho e autora do livro “Além da Barbárie Civilizatória: o Amor e a Ética Humanista” (Casa do Psicólogo).O ‘efeito manada’, que arrasta indivíduos para agir com a massa, também favoreceu algumas reivindicações incoerentes. “Eu ouvi discursos absurdos. Por exemplo: ‘Somos contra a democracia representativa’. Mas qual é a alternativa? Se existe, nos mostre o caminho. Democracia ateniense? Não é possível resolver tudo na praça”, diz a professora Maria Aparecida Aquino, do Departamento de História da USP.
Para Jô Furlan, os protestos abriram um precedente “fantástico e perigoso”. “Manifestantes agora sentem que têm o poder de mudança e influência. Mas não dá para ir ao protesto para pedir a diminuição do valor do aluguel”, provoca.
Objetivos vagos
Em uma mobilização coletiva, a massa não pretende obter algo concreto de forma imediata, e sim expressar sua inquietação diante da conjuntura em que se encontra. “Do ponto de vista comportamental, o povo vive um descontentamento inespecífico. Não se trata de algo equivocado. Apenas representa alguma coisa sectária e apartidária, e não inclusiva”, define o psicólogo Miguel Perosa, professor da PUC-SP.
Em relação à Primavera Árabe ou aos movimentos Occupy, ocorridos em vários países, pode-se dizer que a população brasileira teve menos foco e mais espontaneidade. O humor, muitas vezes crítico, deu o tom em muitos dos cartazes exibidos -- como o que parodiou o lema da Revolução Francesa acrescentando "Vinagré" ao trinômio "Liberté, Égalité & Fraternité" (Liberdade, Igualdade e Fraternidade). Mas ainda seria mais apropriado evitar mensagens vazias.
“É vago pedir ‘mais educação, ‘mais saúde’. É um clamor, mas deveria focar nos termos. A continuidade do movimento tem que ser pontual. Se for genérico, o manifesto irá se esvair”, Miguel prossegue. Em vez de ser reticente, o manifestante deve sintonizar o “som” que quer para a sua vida: “S de sonho, O de objetivo e M de meta”, sugere Jô Furlan.
Preconceitos
Preconceitos em torno das manifestações também afloraram. “Ouvi algumas pessoas dizendo que eram contra o manifesto porque ‘era coisa de molecada’, de jovem”, diz Alice Maria Delitti, coordenadora do Centro de Análise do Comportamento e doutora pela USP, que foi às ruas e notou as dissonâncias entre o discurso e a prática.Você tem carro e iPhone. Para que vai à passeata?’, foi outra crítica que ouviu. “As pessoas acham que só podem protestar em causa própria”, afirma.
Outra frase usada com frequência pelos críticos foi “Quem não é politizado não deveria ir para as ruas”. “Mas o fato de estar na rua já é um ato político”, explica Alice Maria.
Do lado dos manifestantes, cartazes com demandas absurdas ou preconceituosas também chamaram atenção. “Vi uma foto assustadora com um cartaz dizendo que quem recebe Bolsa Família não devia ter direito ao voto. Isso é inconstitucional, uma bobagem”, justifica o filósofo Renato Janine Ribeiro.
Mas, para ele, o balanço das manifestações continua positivo. “As pessoas estão falando o que passa pela cabeça, há muitas demandas e isso é interessante”, diz Renato. “Se a gente abrir um espaço para que as pessoas sejam mais livres, será muito positivo”.
Desinformação
Se por um lado as redes sociais facilitaram a mobilização, também tornaram mais rápida a disseminação de informações não comprovadas.
“As pessoas precisam ter comprometimento ao colocar seus argumentos para um debate. A falta de conhecimento é perigosa na internet, pois a informação se torna viral rapidamente”, afirma Patrícia Teixeira, autora do livro “Caiu na Rede, e Agora?” (Editora Évora) e consultora de mídias, gestão e gerenciamento de crises nas redes sociais.
Checar a veracidade de informações antes de repassá-las também ajuda a evitar a criação de focos violentos. Para Jô Furlan, “chegar com a adrenalina lá em cima pode estragar uma manifestação que seria pacífica. Para não ocorrer o chamado ‘efeito manada’, os manifestantes precisam saber a hora de ir embora, estabelecendo um início, meio e fim. O primeiro a jogar uma pedra inicia o confronto, a polícia responde e é guerra. Perde-se a razão com a violência”.

Fonte: Midianews


See ya!!

sábado, 20 de julho de 2013

Trabalhinho

Olha eu aqui, postando de madrugada (quem diria xD). Estou sem sono esta noite, e resolvi postar um trabalhinho feito há algum tempo atrás por mim e pelo meu grupo para a matéria Neurofisiologia. Foi um trabalho chato de se fazer, até por que o assunto não me agrada muito, mas com muita paciência nós conseguimos (\o/). Esse trabalho pode servir de base para alguém que está meio perdido nessa matéria, mas atenção: Ele não está 100% perfeito, por isso que ele deve servir apenas como BASE. Caso algum espertinho faça o famoso CTRL + C  CTRL+V, só lamento pela nota baixa :D:D Plágio é a negação da própria capacidade de executar alguma tarefa. Se você não se acha competente o bastante para debater e construir nem ao menos um trabalho acadêmico, então amigo, sugiro que você abandone o curso. Claro que qualquer trabalho precisa de uma base, referências, teses para o qual consigamos nos apoiar, mas copiar idéias alheias é fim de carreira né '-'
Enfim, depois de muita falácia, coloco o link para o download do material.


Download > aqui <



É isso gente, até a próxima.


See ya!!

o Alemão é tenso!

Acabaram de me mandar esse vídeo diretamente do youtube, mostrando a pronúncia de vários idiomas. De certo que o alemão tem lá sua graciosidade, mas não podemos negar que a agressividade na fala é tensa xD
Vejam e tirem suas próprias conclusões:


See ya!!

Projeto Sexualidade (ui!)

Gente, estava zapeando pelas internetcha quando me deparei com projeto muito interessante do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP: Projeto Sexualidade ( ProSex!!) E antes que os safadinhos de plantão pensem besteiras (Não, não é inserção de profissionais do sexo na equipe multidisciplinar!!) leiam estes fragmentos retirados do site do IPq:

  " O Projeto Sexualidade (ProSex) foi criado em 1993, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPqHCFMUSP). Congrega equipe multidisciplinar, constituída por psiquiatras, psicólogos, urologistas, ginecologistas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, educadores, pós-graduandos e residentes de psiquiatria, além de estagiários da área de saúde. Destina-se à assistência, ensino, pesquisa e prevenção dos transtornos da sexualidade, bem como a serviços junto à comunidade. (...)"

(...)Criado em agosto de 2004, o Espaço Saúde Sexual é área destinada ao atendimento e orientação por telefone (0800 701 0136), por e-mail (sexperts) e presencial (orientação), a fim de promover a prevenção de transtornos da sexualidade e correlatos. É formado por equipe multidisciplinar, com atuação diária. O treinamento de alunos do Curso de Especialização é feito neste Espaço. Já foram atendidas mais de 50.000 ligações (0800) e houve mais de 3.000 usuários atendidos.

Em 2005, o ProSex realizou Campanha Educativa sobre Métodos Contraceptivos sob a coordenação da Profª Drª Carmita Helena Najjar Abdo. A campanha durou três meses, tendo orientado mais de 3.000 dúvidas pelo telefone 0800. A campanha teve como objetivo conscientizar as mulheres da importância do uso correto de métodos contraceptivos. (..)"


Achei muito interessante essa iniciativa, por que mostra que assuntos tabus, que ainda hoje a maioria das pessoas se sentem desconfortável ao falar sobre, também tem que ser alvo de estudos e pesquisas ainda no dia de hoje. Desde o século retrasado, Tio Freud já falava sobre a importância da sexualidade para a psique humana, com a teoria psicossexual. Se quiserem saber mais sobre a teoria psicossexual, joguem no google leiam o livro "Três ensaios sobre a sexualidade", do Digníssimo Sigmund Freud. 


se quiserem saber mais sobre o projeto, Acessem o site do IPq Aqui



See ya!!


Filosofia, Comunicação e Ética

Gente, voltei!! Fiquei meio (muito) ausente, mas faz parte! A partir de agora pretendo publicar fielmente pelo menos toda semana aqui no blog. Porém, como estou de férias, estou tentando pensar menos em psicologia e mais em descansar, o semestre passado foi difícil .-. Mas enfim, hoje resolvi assoprar a poeira e limpar as teias de aranha do blog, e postar uma apresentação em power point de uma matériazinha chamada Filosofia, comunicação e Ética. Confesso que a filosofia é importante para o aprendizado das bases da psicologia, mas digamos que não é a minha parte favorita x) Essa matéria eu tive no 3° semestre, ano passado, então seria até bom eu dar uma revisada, por que estou enferrujada nisso! Uma dica: Como essa aula é baseada (e não plagiada) no livro "Convite à Filosofia", de Marilena Chauí, seria interessante acompanhar a aula com o respectivo livro, afim de ter uma construção completa desse conhecimento. Afinal, a aula é apenas um resumo ^^''


Enfim, por hoje é só, espero que gostem do material, qualquer dúvida deixem comentários :D:D


Download da aula disponível >Aqui<


See ya!!